9 Coisas a Ter em Conta Quando (Re)Decorar a sua Casa!
quarta, 31 de agosto de 2016 Saber Viver Saber Viver Jdias

Cansado do ambiente em que vive? Por vezes, bastam pequenas alterações para o renovar e para criar espaços esteticamente mais apelativos. Veja, contudo, o que (não) deve fazer.

Mudou de residência e está com dúvidas quanto à nova disposição do seu mobiliário? Apetece-lhe refrescar a sua decoração mas está sem ideias? Regressou de férias e precisa de imprimir uma mudança à sua casa e à sua vida? Independentemente da situação em que se encontre, existem erros, como estes, que não deve cometer. Estes são alguns dos fatores a ter em conta para tornar a sua casa (ainda) mais sedutora e atrativa:

1. O tamanho dos móveis

Não facilite. Pegue na fita métrica e tire medidas porque nem sempre o que parece é e, como diz a expressão popular, não se consegue enfiar o Rossio na Rua da Betesga. Para que não se venha a arrepender de alguma compra mal pensada, uma das primeiras coisas que a fazer é um levantamento do espaço que vai decorar.

Desenhe uma planta e tire as medidas da divisão. Assim, quando for comprar alguma peça de tamanho maior, como é o caso de um sofá ou um aparador, não terá o problema de chegar a casa e perceber que, afinal, não cabe. Veja também ideias de estantes e aparadores originais.

2. A altura das cortinas

A que distância é que devem ficar do chão? No que se refere às cortinas suspensas em varões, a altura depende do pé direito. No entanto, tendo em conta que a altura comum da maior parte das divisões se situa entre os 2,60 metros e os 2,80 metros, o ideal será aplica-las a cerca de 30 centímetros acima do vão.

Quanto à distância do chão, o ideal é que fiquem com a ilusão que toca no pavimento. Nunca devem ficar muito acima mas também não devem ficar amontoadas no chão.

3. A distância das molduras numa parede

Molduras, telas ou quadros nunca devem ficar demasiado altos. O ideal é que sejam colocados ao nível dos olhos. No caso de ter vários juntos, tenha em conta o espaço disponível para os distribuir, não os apertando demasiado e centrando-os sempre que possível.

Evite molduras muito pequenas pois acabam por ficar sem proporção. Muitos especialistas aconselham a guiar-se pelos vãos das portas ou das janelas ou portas. Outros recomendam que se coloquem as molduras cerca de um palmo, aproximadamente 20 centímetros, abaixo.

4. A mistura de diferentes madeiras

Ao misturar e/ou conjugar de forma descoordenada diferentes tipos de madeiras naturais, a decoração acaba por se tornar numa espécie de manta de retalhos de mobiliário onde nenhuma coisa joga com a outra. Se, mesmo assim, tem em sua casa peças com diferentes acabamentos de madeira que prefere manter, tente que estas não estejam lado a lado ou, pelo menos, na mesma zona. Veja também sugestões de decoração com painéis de madeira.

5. O tamanho dos tapetes

Mais uma vez, antes de comprar, é preciso medir rigorosamente o espaço. Numa zona de estar, certifique-se que o tapete que adquiriu remata todos os assentos em redor. Nos quartos, o ideal é que, consoante o espaço disponível, o tapete se estenda à largura das mesas de cabeceira. Esta peça deve, basicamente, acompanhar o mobiliário que o rodeia e nunca ficar curto.

6. O excesso de acessórios e bibelôs

Apesar da tendência para o minimalismo das gerações atuais, a verdade é que ainda há muita gente que gosta de concentrar muitas coisas no mesmo espaço. Por muito que queira mostrar a sua coleção de jarras de porcelana ou os acessórios decorativos que foi colecionando ao longo dos tempos, muitos deles memórias de viagem, lembre-se que o excesso de bibelôs torna-se facilmente uma confusão visual pouco apelativa. Faça uma triagem e mantenha apenas o que for essencial e que não choque com a decoração existente.

7. A melhor iluminação

Um foco de luz no local certo e está criado o ambiente perfeito. A iluminação é um dos fatores mais importantes na decoração de uma casa, apesar de ser muitas vezes desprezado ou ignorado, nem que seja inconscientemente. As zonas de estar pedem uma iluminação indireta e suave, que transmita a sensação de um ambiente confortável e acolhedor.

Em contrapartida, aposte numa iluminação direcionada e com uma luz mais intensa para as zonas de trabalho como o escritório e a cozinha. Precisa de ideias? Veja 50 soluções de iluminação para todos os tipos de ambientes.

8. O problema dos cabos elétricos à vista

Para muitos, não passam de um mero pormenor mas, na realidade, uma profusão de fios e de cabos elétricos acaba por estragar toda uma decoração harmoniosa. A solução é bem mais simples do que parece. Junte todos os fios num passa-cabos e use este utensílio como um objecto decorativo. Existem várias soluções estéticas no mercado a que pode recorrer.

9. A conjugação de cores e padrões

Conjugar cores e padrões nunca é uma tarefa fácil na hora de decorar. Para não cair no erro de ter uma divisão mais excessiva ou exuberante do que o desejável, opte por colocar cor em pequenos apontamentos fáceis de mudar, como almofadas, mesas de apoio e sistemas de iluminação. Evite também pintar várias paredes de cores diferentes pois, ao fim de algum tempo, vai certamente cansar-se das mesmas e ter de voltar a pintar.

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